28 de setembro – 2 de dezembro · Touro

Táuridas(Taurids)

Os bólides do Halloween

Pico · 2026
5 de novembro de 2026
Taxa no pico
até 5 meteoros por hora
Visível nos dois hemisférios

Não deixes escapar o pico das Táuridas.

Grátis — só um aviso, ao fim da tarde do pico, e apenas se o céu estiver limpo.

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As Táuridas vistas de onde estás

Vê a hora exata do pico e a que altura o radiante sobe a partir de onde estás.

As Táuridas: que chuva de meteoros é esta?

Nunca são muitos meteoros, mas são famosos pelo brilho — as Táuridas são conhecidas por bólides lentos e deslumbrantes, capazes de iluminar o céu inteiro. Ativas durante semanas à volta do Halloween, ganharam por isso o nome de «bólides do Halloween».

Quando é o pico das Táuridas em 2026?

As Táuridas atingem o pico na noite de 4 de novembro de 2026. Sob um céu escuro ideal e com o radiante bem alto, podem chegar a até 5 meteoros por hora — o que vais mesmo ver depende da tua latitude, da Lua e de quão escuro está o teu céu.

Atividade, noite a noite

Taxas noturnas modeladas para toda a janela de 2026 — na escala da ZHR, antes dos descontos do teu céu. O dourado marca a noite de pico.

28/09 · ~1/h (ZHR)29/09 · ~1/h (ZHR)30/09 · ~1/h (ZHR)1/10 · ~1/h (ZHR)2/10 · ~1/h (ZHR)3/10 · ~1/h (ZHR)4/10 · ~1/h (ZHR)5/10 · ~1/h (ZHR)6/10 · ~1/h (ZHR)7/10 · ~1/h (ZHR)8/10 · ~2/h (ZHR)9/10 · ~2/h (ZHR)10/10 · ~2/h (ZHR)11/10 · ~2/h (ZHR)12/10 · ~2/h (ZHR)13/10 · ~2/h (ZHR)14/10 · ~2/h (ZHR)15/10 · ~2/h (ZHR)16/10 · ~2/h (ZHR)17/10 · ~2/h (ZHR)18/10 · ~2/h (ZHR)19/10 · ~2/h (ZHR)20/10 · ~3/h (ZHR)21/10 · ~3/h (ZHR)22/10 · ~3/h (ZHR)23/10 · ~3/h (ZHR)24/10 · ~3/h (ZHR)25/10 · ~3/h (ZHR)26/10 · ~3/h (ZHR)27/10 · ~3/h (ZHR)28/10 · ~4/h (ZHR)29/10 · ~4/h (ZHR)30/10 · ~4/h (ZHR)31/10 · ~4/h (ZHR)1/11 · ~4/h (ZHR)2/11 · ~4/h (ZHR)3/11 · ~5/h (ZHR)4/11 · ~5/h (ZHR)5/11 · ~5/h (ZHR)6/11 · ~5/h (ZHR)7/11 · ~4/h (ZHR)8/11 · ~4/h (ZHR)9/11 · ~4/h (ZHR)10/11 · ~4/h (ZHR)11/11 · ~3/h (ZHR)12/11 · ~3/h (ZHR)13/11 · ~3/h (ZHR)14/11 · ~3/h (ZHR)15/11 · ~3/h (ZHR)16/11 · ~3/h (ZHR)17/11 · ~2/h (ZHR)18/11 · ~2/h (ZHR)19/11 · ~2/h (ZHR)20/11 · ~2/h (ZHR)21/11 · ~2/h (ZHR)22/11 · ~2/h (ZHR)23/11 · ~2/h (ZHR)24/11 · ~2/h (ZHR)25/11 · ~2/h (ZHR)26/11 · ~1/h (ZHR)27/11 · ~1/h (ZHR)28/11 · ~1/h (ZHR)29/11 · ~1/h (ZHR)30/11 · ~1/h (ZHR)1/12 · ~1/h (ZHR)2/12 · ~1/h (ZHR)5/11 · ZHR 528/092/12

As Táuridas num relance

Calculado em 2026-08-21 · horas em UTC

Pico
5 de novembro de 2026
Atividade
28 de setembro – 2 de dezembro
Taxa no pico
5/h
Velocidade
27km/s
Constelação do radiante
Touro
Radiante
3.5h13.7°
Lua
15%minguante
Origem
2P/Enckecometa

Fontes: International Meteor Organization · IAU Meteor Data Center · astronomy-engine v2.1.19

De onde vêm as Táuridas

As Táuridas são detritos largados por 2P/Encke, um cometa. Todos os anos a Terra atravessa este antigo rasto de poeira e os grãos ardem na nossa atmosfera sob a forma de meteoros.

Como observar as Táuridas

01

Foge das luzes da cidade

A poluição luminosa é a grande inimiga. Um céu de campo bem escuro transforma meia dúzia de meteoros em dezenas.

02

Olha para cima depois da meia-noite

A maioria das chuvas dá o seu melhor entre a meia-noite e o amanhecer, quando o teu lado da Terra passa a apanhar o rasto de poeira de frente.

03

Deixa os olhos habituarem-se

Dá vinte minutos aos olhos no escuro e guarda o telemóvel. Depois é só olhar — as estrelas cadentes podem riscar qualquer ponto do céu.

Fotografar as Táuridas

Uma câmara valoriza qualquer noite das Táuridas: acumula luz durante vinte segundos, enquanto o olho trabalha em frações de um. A receita — objetiva grande-angular e luminosa (14–24 mm, f/1.8–2.8), exposições de 15–25 s, ISO 1600–3200, foco manual fixo numa estrela brilhante, intervalómetro a disparar sem parar e a redução de ruído de longa exposição desligada, para que nenhum meteoro caia no intervalo entre fotogramas.

Os meteoros das Táuridas chegam a 27 km/s — rastos lentos, longos e quase sempre brilhantes, que recompensam um enquadramento amplo e muita paciência. Aponta 40–60° ao lado do radiante em Touro, onde os rastos atravessam o enquadramento no seu comprimento máximo, guarda uma fatia de primeiro plano para dar escala e deixa a máquina trabalhar: numa noite de pico, conta com um meteoro em cada cinquenta fotogramas — e com uma imagem que vale a pena guardar.

Ler os números

O que é a ZHR?

Taxa Horária Zenital (Zenithal Hourly Rate) — a régua padrão para medir a força de uma chuva. É quantos meteoros um observador contaria por hora sob um céu perfeitamente escuro, com o radiante mesmo no zénite. Uma condição de laboratório, não uma promessa: a contagem real fica sempre abaixo.

Porque é que vou ver menos do que a ZHR?

Três descontos honestos. O radiante raramente está no zénite — a 30° de altura, metade dos meteoros nem chega a passar o horizonte. O céu raramente está perfeitamente escuro — o clarão da cidade e o luar apagam os fracos, que são a maioria. E as nuvens levam a parte delas. Por isso indicamos uma faixa realista para o teu céu, em vez do número de montra.

O que é o radiante?

O ponto de onde os meteoros parecem partir — pura perspetiva, como os flocos de neve que parecem abrir-se à nossa frente quando conduzimos à noite a nevar. Não fixes o olhar nele: os rastos parecem mais longos a 40–60° de distância. O que conta é a altura — quanto mais alto o radiante, mais meteoros ficam acima do horizonte.

O que muda a velocidade (km/s)?

O aspeto do espetáculo. As chuvas rápidas — as Leónidas entram na atmosfera a 71 km/s — desenham riscos finos e velozes, que muitas vezes deixam rastos luminosos. As lentas, como as Táuridas a 27 km/s, rolam pelo céu como bólides compridos, brilhantes e por vezes alaranjados.

Janela escura ou melhores horas?

A janela escura é astronomia pura: o intervalo entre o anoitecer e o amanhecer em que o Sol está suficientemente abaixo do horizonte. As melhores horas são a resposta prática — aquelas que mantêm pelo menos ~70% da taxa máxima da noite, quando compensa mesmo estar lá fora.

O que é um corpo de origem?

Todas as chuvas são o rasto de poeira de um cometa ou de um asteroide. Quando a Terra atravessa esse rasto na sua volta anual, os grãos ardem sob a forma de meteoros — as Perseidas são migalhas do cometa Swift–Tuttle, as Gemínidas do asteroide Faetonte (3200 Phaethon).

Vê as Táuridas a partir da tua cidade

Perguntas frequentes sobre as Táuridas

Quando é o pico das Táuridas em 2026?+

As Táuridas atingem o máximo na noite de 4 de novembro de 2026, embora se vejam alguns meteoros ao longo de todo o período de atividade (28 de setembro – 2 de dezembro).

Para onde devo olhar para ver as Táuridas?+

Os meteoros irradiam da constelação Touro, mas riscam o céu inteiro — não é preciso encontrar o radiante. Basta virares-te para a parte mais escura do céu e abarcares o máximo dele que conseguires.

É preciso telescópio para ver as Táuridas?+

Não. Uma chuva de estrelas observa-se a olho nu — o campo estreito de um telescópio só atrapalharia. Basta um céu escuro, uma espreguiçadeira e alguma paciência.

O que provoca as Táuridas?+

As Táuridas acontecem quando a Terra atravessa um rasto de detritos deixado por 2P/Encke. Os grãos de poeira entram na nossa atmosfera a 27 km/s e ardem em riscos brilhantes de luz.

Outras chuvas de meteoros

Nunca mais percas uma chuva de estrelas

A app trata disso: um aviso gratuito ao fim da tarde em que uma chuva de estrelas atinge o pico sobre a tua cidade, e só quando o céu estiver mesmo limpo. Já disponível para iPhone; a versão Android está a caminho.

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